Quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

Big Bang: Nasa investigará o que aconteceu no universo após explosão

Nesta sexta-feira (28), a Nasa (agência espacial dos Estados Unidos) lançará o SPHEREx, um telescópio espacial inovador que criará um mapa 3D detalhado e colorido do céu usando espectros de infravermelho. A nova missão possui três objetivos principais: o primeiro deles é estudar o que aconteceu com o universo logo depois do Big Bang.

Além disso, a missão pretende medir toda a luz emitida por galáxias ao longo da história cósmica e mapear gelo de água e compostos essenciais para a vida na Via Láctea. A investigação ajudará a compreender desde os primeiros momentos do cosmos até a formação de planetas e a possibilidade de vida em outros lugares.

“Observaremos tudo no céu e obteremos um espectro para cada pixel, não importa o que esteja lá — cometas em nosso Sistema Solar, planetas, estrelas, galáxias”, diz o astrofísico e cientista Olivier Doré, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa e do projeto do SPHEREx, em entrevista ao portal Caltech.

Ao todo, o SPHEREx observará 450 milhões de galáxias, mapeando a distribuição delas e ajudando a testar teorias sobre a inflação cósmica, período breve após o Big Bang. O telescópio espacial pretende medir a densidade de galáxias por todo o universo.

O sucesso da missão realizada pelo SPHEREx pode auxiliar o Telescópio Espacial James Webb (JWST) a fazer estudos mais aprofundados, revolucionando o entendimento da sociedade sobre os cosmos.

O que foi o Big Bang?

Conhecido por ser uma das teorias mais aceitas pela comunidade científica, acredita-se que o Big Bang foi a grande explosão responsável pela criação do universo. Esse estrondo ocorreu a partir de uma partícula muito densa e quente. O fenômeno aconteceu há muito tempo, por volta de 14 a 15 bilhões de anos.

Asteroide

Novas projeções sobre o asteroide 2024 YR4 indicam que a pedra tem maior probabilidade de bater na Lua do que na Terra daqui a sete anos, mais especificamente em 22 de dezembro.

Observações feitas pela Nasa, nas noites de 19 e 20 de fevereiro, indicam que a chance de a rocha atingir a Lua aumentou para 1%. Já a possibilidade de colidir com a Terra, segundo dados divulgados nesta semana, são ínfimas: 0,0039%. Ou seja, uma a cada 26 mil passagens do asteroide pela órbita do nosso planeta.

Na semana passada, as chances de a pedra atingir o nosso planeta daqui a sete anos tiveram uma queda expressiva. Estavam em 3,1% na terça-feira (18/2), caíram para 1,5% na quinta (20/2) e terminaram a sexta em 0,36%.

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