Quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025
Por Redação Rádio Pampa | 26 de fevereiro de 2025
O governo do Rio Grande do Sul arrecadou R$ 9,93 milhões com os leilões de 23 imóveis públicos do acervo patrimonial do Estado em janeiro. Lojas, salas comerciais e terrenos urbanos foram os tipos de imóveis mais vendidos.
Em relação à localização, Porto Alegre foi o município com mais imóveis leiloados: oito lojas e um apartamento. Ao todo, foram realizados dez leilões durante o mês passado, com a oferta de 100 imóveis em diferentes regiões. Os certames foram organizados pela Subsecretaria Central de Licitações (Celic), vinculada à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão.
“O resultado dos leilões de janeiro foi muito positivo, pois houve uma procura superior à de certames anteriores da mesma natureza. O valor arrecadado pela venda dos imóveis ociosos poderá ser, inclusive, destinado para habitação de interesse social”, afirmou o subsecretário de Patrimônio do Estado, Vinícius Deprá.
Completam a lista de localidades com mais imóveis leiloados: Maurício Cardoso, na Região Noroeste, com três terrenos urbanos; Passo Fundo, na Região Norte, com três salas comerciais; e Jaguari, na Região Central, com duas lojas. Com um imóvel cada estão: São Sepé, Agudo e Santa Maria, na Região Central; Santana do Livramento, na Fronteira Oeste; Pelotas, na Região Sul; e São Luiz Gonzaga, na Região Noroeste.
Desde 2013, o Estado arrecadou R$ 25,93 milhões com a alienação de imóveis por meio de licitação (concorrência e leilão). Foram R$ 14,15 milhões na modalidade concorrência eletrônica e R$ 11,77 milhões por leilão eletrônico.
A secretária estadual de Planejamento, Danielle Calazans, aponta que a alienação de imóveis públicos é uma ferramenta importante para a gestão do patrimônio estadual. “Os leilões de janeiro fazem parte da Estratégia Integrada de Habitação, pela qual buscamos alternativas eficientes e transparentes para a destinação de imóveis não utilizados pelo Estado. A receita proveniente das vendas irá auxiliar em ações voltadas à reconstrução do Rio Grande do Sul”, disse.